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Adolescentes do projeto “Criança que dança é mais feliz” fazem sua primeira apresentação

Mesmo com pouco tempo de ensaio, a evolução e a motivação das adolescentes surpreendeu o público e os professores do projeto. Foto: Pauline Protásio/Ascom IAP

Nesta terça-feira, 3, um grupo de adolescentes que participam do projeto “Criança que dança é mais feliz”, desenvolvido pelo Instituto de Artes do Pará e programa Pro Paz, fez sua primeira apresentação durante o espetáculo “Nosso Arraiá: O Brasil nos Ritmos do Pará”, do Centro de Dança Ana Unger.

Formado por 17 adolescentes, o grupo apresentou a coreografia “Guitarrando”, elaborada pelos professores César Moraes, Letícia Lobo e Ana Gabriele. Letícia conta que mesmo com pouco tempo de ensaio, ver a evolução e a motivação das meninas é algo gratificante para todos os professores. “O projeto se torna importante para elas e pra gente na medida em que proporciona o incentivo à arte e ao balé, e também faz com que elas se sintam motivadas a frequentar as aulas”, ressalta.

A adolescente Ana Paula Mendes, de 14 anos, afirma que participar do projeto é a realização de um sonho. “Desde os oito anos eu já queria dançar e ter essa oportunidade através do projeto é algo muito bom pra mim”, afirma.

O projeto

Com apenas dois meses de atividades, o projeto “Criança que dança é mais feliz” oferece 200 bolsas integrais para crianças e adolescentes de baixa renda, na faixa dos 5 aos 17 anos. As aulas são ministradas na unidade do centro de Danças Ana Unger, em Ananindeua.

A coordenadora Alexsandra Andrade acredita que o projeto só tende a crescer. “Com o passar do tempo elas terão um aprimoramento maior da técnica, além disso essa rotina de ensaios e apresentações vai passar a fazer parte da vida destas meninas”, ressalta.

Para Ana Unger, a parceria do IAP e Pro Paz com o Centro de Danças Ana Unger vem apresentando, desde o início das audições, no mês de abril, um resultado bastante positivo, tanto para alunos como para professores. Ela acredita que mesmo com pouco tempo para ensaiar, as meninas conseguiram se superar e fazer uma apresentação marcada sobretudo pela dedicação, o que é motivo de orgulho. “É impressionante ver como elas agarram essa oportunidade. Para nós, professores, essa troca de aprendizado é algo extremamente recompensador”, ressalta.

Texto:
Danielle Franco (IAP)